A alteridade como lugar da incompletude PE2
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A alteridade como lugar da incompletude

Ref.: PE2 Compra Segura

Autor Valdemir Miotello & Maria Isabel de Moura [Orgs.] !@
Ano de Publicação 2014
P√°ginas 338
Tamanho 14 x 21
ISBN 978-85-7993-211-3

R$ 40,00 R$ 20,00 Em até 3x de R$ 6,67 sem juros

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Demoramos demais a entender que a ‚Äúidentidade √© uma armadilha‚ÄĚ! Ouvimos pela primeira vez essa express√£o em italiano. ‚ÄúL‚Äôidentit√† √© una trappola‚ÄĚ. N√£o consegu√≠amos entender minimamente o que fosse uma ‚Äútrappola‚ÄĚ. Pensei que pudesse ser um trapo, um pano velho, uma coisa imprest√°vel. N√£o era. Quase se poderia pensar mesmo que a identidade fosse algo imprest√°vel. Mas a identidade presta. A armadilha, a que Ponzio, que enunciou esse enunciado em 2010, quando o encontramos pela primeira vez no Brasil, ainda no hotel em S√£o Paulo, onde fomos todo o GEGe recepcion√°-lo, se referia era mesmo uma cadeia, uma pris√£o, inescap√°vel, sempre que a identidade fosse vista e constru√≠da a partir do pr√≥prio sujeito. Era a identidade do sujeito cartesiano. O que pode me libertar dessa perspectiva √© o olhar do outro, olhando pra mim, o ato respons√°vel do outro, me respondendo e entrando em inter-a√ß√£o comigo, me constituindo nessa rela√ß√£o. Assim me constituo, minha identidade √© constitu√≠da nessa rela√ß√£o, a identidade √© constitu√≠da com o outro. Tamb√©m n√£o pelo outro. Pois sempre tenho um excedente de vis√£o nessa rela√ß√£o. A identidade se constitui com o outro, num jogo de alteridade. Sendo assim tamb√©m aprendemos que o eu, a minha identidade, √© uma concess√£o do outro, constitu√≠da nessa rela√ß√£o. O eu n√£o √© uma constru√ß√£o realizada por mim mesmo. N√£o sou o Bar√£o de M√ľnchausen me puxando do atoleiro dos pensamentos pelos meus pr√≥prios cabelos. E se dizemos que √© uma concess√£o, ainda devemos dizer que minha identidade me √© concedida na rela√ß√£o com o outro, apesar de mim. N√£o tenho o controle total dessa rela√ß√£o. Mesmo eu n√£o querendo ser av√ī ou av√≥, se nosso filho tiver um filho, nos tornamos av√≥s na marra. Apesar de n√£o querermos. Na rela√ß√£o me constituo.

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